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Edições VC

Aline Frazão

Foi no Rio de Janeiro que decorreram as sessões de gravação do quarto álbum de originais de Aline Frazão, "Dentro de Chuva" onde a voz e as letras - acompanhados pelo violão, pela guitarra eléctrica ou pelo tradicional kissanje - têm ainda mais espaço do que é habitual. O disco foi editado a 21 de Setembro de 2018.

Num formato despojado que evoca a intimidade da voz e violão, “Dentro da Chuva” conta com o contributo valioso de músicos convidados, como o violoncelista Jaques Morelenbaum, a cantora e compositora baiana Luedji Luna e o músico português João Pires (dos Cordel), com quem Aline partilha a autoria de uma das canções. O percussionista Zero Telles e o músico Gabriel Muzak que, além de ter gravado e misturado o álbum, participa como guitarrista numa das músicas e co-produz outras duas, fecham a lista de participações especiais.

“Peit Ta Segura” foi o primeiro single, cantado em crioulo de Cabo Verde e que em português seria algo como "O Peito Carrega". É uma canção de uma beleza essencial, fala sobre esse jogo de forças da natureza que seguram o céu, o mar e os corações apertados deste mundo.

"Sumaúma" é o 2º single do novo trabalho. É uma declaração de amor, de admiração, de pertença. É uma homenagem solene em forma de canção de roda a algumas das mulheres que inspiram e orientam Aline, "irmãs de causa e de casa". É uma música sobre afectos, é uma canção política, feminista, apaixonada, leve e livre.

Figura de proa da nova geração de músicos angolanos, Aline Frazão é uma das mais promissoras artistas do universo lusófono. Cantora, compositora, guitarrista e produtora, nasceu em Luanda em 1988 e por lá cresceu. Vive actualmente em Lisboa. Além do seu trabalho musical, a cantora faz parte do painel de cronistas do jornal Rede Angola.

Estreou-se a solo em 2011, com “Clave Bantu”, um disco que conta com duas parcerias inéditas com os escritores José Eduardo Agualusa e Ondjaki.

Em 2013 edita “Movimento”, álbum onde assume a produção e assina quase todas as canções, exceptuando um tema em se aventura a musicar um poema de Alda Lara e um outro em que partilha a autoria com Carlos Ferreira, poeta e jornalista angolano, e que, depois de ser editado no seu país natal e em quase toda a Europa, a levou a actuar um pouco por todo o mundo: Cabo-Verde, Quénia, Etiópia, Tanzânia, Alemanha, Brasil, Portugal, Suíça, Noruega, Áustria.

Aline Frazão edita “Insular”, o seu terceiro disco de originais e um álbum que consolida definitivamente o seu espaço na nova música lusófona.

Gravado na pequeníssima ilha escocesa de Jura, “Insular”, que conta com a produção do britânico Giles Perring e com a decisiva participação de Pedro Geraldes (Linda Martini), é talvez o momento mais marcante da carreira da jovem artista angolana. Aqui se fundem, de forma imprevista e surpreendente, acústica e aventureirismo electrico, calor do sul e paisagens sonoras do norte, num processo de quase mapeamento, onde Aline Frazão acaba por encontrar um espaço que é só seu e das extraordinárias canções que escreve ou das palavras de Ana Paula Tavares e da Capicua a que dá vida.

Em 2018 editou o seu quarto disco de originais, "Dentro da Chuva".

Composto por 11 temas que cruzam geografias, a gravação deste trabalho decorreu no início do ano no Rio de Janeiro, uma cidade de significativas influências e cumplicidades musicais.
De registar a participação do violoncelista Jaques Morelenbaum, a cantora e compositora baiana Luedji Luna e o músico português João Pires (dos Cordel), com quem Aline partilha a autoria de uma das canções. O percussionista Zero Telles e o músico Gabriel Muzak que, além de ter gravado e misturado o álbum, participa como guitarrista numa das músicas e co-produz outras duas, fecham a lista de participações especiais.

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